6.5.12

link miguel, às 21:57  comentar

4.4.12

 

Preciso de ajuda. Estou a trabalhar numa curta-metragem (escrevi e vou realizar) que poderá ser a minha rampa de lançamento a sério (a minha e a da equipa toda, who knows). Mas nestas coisas há gastos em tudo e nosso orçamento é praticamente nulo. Pelo que, again, preciso de ajuda. Toda e qualquer ajuda é bem-vinda e agradecida, seja 1$ ou 100$. Para saber mais sobre o projecto, como ajudar (e o que recebem), basta ir aqui. A nossa página do facebook é esta. Obrigado!

link miguel, às 13:00  comentar

18.3.12

link miguel, às 18:51  comentar

Estava aqui a pensar se havia de criar um tumblr. Andei a ver alguns, mas há uma coisa que me deixa algo vazio: os tumblrs baseiam-se no conceito de reblog, ou seja, alguém publica algo e os outros republicam-na, com créditos. Isto faz com que existam tumblrs que são apenas reblogs de outros. Não sei se isso serve para mim. Não me interpretem mal: consigo ver a atracção. Um tumblr é uma representação pessoal (na maioria das vezes pictórica) do seu dono, uma página-mãe em que os visitantes conseguem conhecer o dono sem ter de andar noutras páginas ou facebook ou twitter ou o que seja. O que eu não entendo é a escolha no meio. Em vez de se representarem através de algo que outra pessoa criou, não seria mais interessante e fascinante mostrarem quem são através das suas próprias criações?

link miguel, às 17:22  (6) comentar

4.3.12

Depois da conexão emocional com a ficção, como é que se volta à realidade? Como é que se faz esse regresso, esse passo atrás? Como é que se ultrapassa a força e se volta a cair no habitual? Olha-se para qualquer coisa e tudo lembra aquilo. Não sai da cabeça, não sai da boca, não sai dos olhos. Que se deve fazer em jeito de catarse para terminar com tudo?

 

Ou: a infinita tristeza pelo término de um jogo, de um livro, de um filme que, por qualquer razão, falou mais alto e mais perto que a realidade.

link miguel, às 00:29  (1) comentar

4.2.12

Estou a um passo de eliminar este blog. Vocês não me dizem nada, não tenho nada para dizer.

link miguel, às 12:21  (7) comentar

23.1.12

No início, não era nada. Um eterno cinzento, que nem cinzento podia ser, mas nem consigo imaginar o nada sem recorrer ao delírio e cair-me por terra. Não há nada, nada de nada, nem a própria existência, nem o passar dos segundos, sai-me fora dos limites, não é só a Terra que não existe, e com ela as cidades, as casas, as pessoas, as artes, as almas e as vidas, não é só isso, que sem isso, haveria universo e gravidades e estrelas brilhantes que encontravam a morte ao virar da esquina, que nem esquina é, que não há esquinas no universo; não é só isso: para além da Terra, não existe Mercúrio, nem Vénus, nem Marte, nem Saturno. Nem o Sol. Nem toda a Via Láctea. Nem as outras galáxias. Nem as outras estrelas, nem os asteróides, nem os buracos negros, nem nada. Nada de nada de nada de nada. O vazio, a imaginação impossível, inconcebível de um vazio vazio de tudo, cheio de nada, absorto de toda a existência. Não se imagina, que a mera mente humana ainda não nasceu ao pé deste não-acontecimento. Antes de tudo, não havia nada e dói-me a cabeça só de pensar. E será que não era mesmo nada? Será que não existiria algo antes, um outro universo, que morreu, que se transformou numa espécie de supernova versão universo e explodiu no nosso? Era tão mais fácil que fosse assim, pensar que existiu algo antes da existência. Mas, e antes? E antes de antes? O nada, o vazio, o cinzento que não pode ser cinzento, as dores de cabeça e a rotina do dia-a-dia para estarmos ocupados. Olhamos para o céu à procura de respostas quando elas lá estão apenas quando não as perguntamos. A lua ali tão bela, Marte, Vénus e Júpiter ali tão visíveis, mas meros pontos de luz que parecem estrelas só um pouco mais brilhantes. Mas não são. São planetas. Bolas de gases e rochas a flutuar no espaço, a existência para além da nossa, o limite é o céu, mas há tanto para lá dele! É-me inconcebível pensar nisto sem me fazer explodir e é tudo tão… tão… tão nem sei, que nem sei. O Homem não é alma o suficiente para poder abarcar todo este conhecimento, toda esta percepção de que existe mais. Mais para além de nós, mais para além da nossa mera existência. Confesso que às vezes olho lá para os céus e fico-me por aí. Não me consigo explicar nem entender, que o sentimento corrói-me mais do que eu consigo expressar, somos um todo enfiado num planeta. E amanhã por cá continuamos. E nos segundos depois, parece que nada importa, nada tem significado, nem precisa; que voltar às nossas vidinhas é um grande passo atrás. O mistério do universo é tão belo. Não tem que ser desvendado nem quer. E assim se fica mais curioso, mais maravilhado, o impacto tão mais forte. Mas no início, não era nada. Nem um fio de nada. De repente, a luz. De repente, a vida. De repente, a existência. De repente, o tempo. De repente, o negro. As estrelas. O quente. O frio. Os planetas. As plantas. Os dinossauros. Os meteoros. Os macacos. Os homens. As casas. As armas. Os pincéis. Os livros. As escolas. As teorias. As explicações. As religiões. As guerras. Os acordos. Os amores. As desavenças. As tecnologias. Os carros. Os computadores. Os jogos. As moedas. As compras. Os filmes. As camas para dormirmos depois de um mundo de evolução. Quando olhamos lá para fora parece que cá dentro nada é suficiente, nada faz sentido nem tem significado, nada é preciso, e os porquês surgem e porquê, porquê, porquê. Quando olhamos cá para dentro, o lá fora não existe e continuamos a trabalhar. Deixamos os porquês para os filósofos e as respostas para os cientistas. Deixamos a maravilha para os outros e continuamos a gastar dinheiro. Mas, pensando bem, talvez seja para o melhor: para quê perder tempo a maravilharmo-nos com algo que simplesmente é?

link miguel, às 23:38  comentar

16.1.12

Final de semestre: muito trabalho.

link miguel, às 23:22  (1) comentar

10.1.12

link miguel, às 21:30  comentar

9.1.12

— Mete-me náusea essa mistificação de um acto simples e egoísta. Estou farto de hipocrisias, de convenções sociais.

link miguel, às 23:42  (1) comentar


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